Representantes da Federação e dos sindicatos filiados vão se reunir em Brasília para planejar ações em defesa da pauta dos portuários

PORTUÁRIOS EM AREIA BRANCA_thumb[1]Entidades sindicais reivindicam em favor da categoria dos portuários (Foto: Reprodução) 

Representantes da Federação Nacional dos Portuários (FNP) e dos sindicatos filiados à entidade se reúnem, em Brasília, nos dias 20 e 21 deste mês, para planejar ações em defesa da pauta dos trabalhadores em 2014. A implantação pelas companhias Docas do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS), uma solução para o Portus, previdência complementar da categoria, e a proibição da terceirização das atividades da Guarda Portuária são prioridades da pauta dos sindicatos e da FNP.

Na ocasião, os portuários vão aprovar agenda de mobilizações regionais e nacional para o primeiro semestre do ano. Os trabalhadores cogitam ainda uma paralisação, de seis horas, para o próximo dia 24, e de 24 horas para o dia 30, com o intuito de chamar atenção do Governo Federal para as reivindicações da categoria.

Implantação de um novo PCCS

Um dos principais motivos da insatisfação dos portuários é a falta de um plano PCCS que recupere perdas econômicas dos trabalhadores vinculados às Docas. Essa é, atualmente, uma das principais bandeiras de lutas de diversos sindicatos dos portuários.

Regulamentação da Guapor sem terceirização

Os trabalhadores são contrários à proposta de normatização da Guarda Portuária em andamento na Secretaria de Portos que possibilita o emprego de terceiros na vigilância dos portos. A categoria reivindica que a SEP inclua no regramento a proibição de terceirizar a atividade.

Solução para o Portus

De extrema urgência, a recuperação do Portus tem sido foco de muitas mobilizações das entidades portuárias. O fundo enfrenta dificuldades para pagar os benefícios de seus assistidos devido à inadimplência das patrocinadoras (as companhias Docas) e da União, como sucessora da extinta Portobras.

Em agosto de 2011, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) decretou intervenção no fundo, após sucessivas renovações nenhuma solução foi apresentada. Hoje, o fundo atende 11 mil ativos e pensionistas, ao considerar os dependentes são mais de 30 mil pessoas que podem ser afetadas pela falta de recurso do plano. (Texto adaptado da assessoria de comunicação da FNP).

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