Memorial Luiz Fausto de Medeiros se tornou alvo preferencial dos vândalos que têm causado sérios danos ao patrimônio público

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Espaço cultural construído no centro da cidade tem sido alvo contante dos vândalos 

A falta de segurança, que é notória em Areia Branca, não pode ser apontada como causa dos atos de vandalismo que se verifica na cidade. O que falta mesmo em parte da população, principalmente os mais jovens, é educação. Uma caminhada rápida pelo centro da cidade e logo se percebe que os vândalos têm provocado sérios danos ao patrimônio público, especialmente às praças.

São luminárias destruídas (muitas vezes roubadas), pisos de praça danificados seriamente, cestas de lixo amassadas, bancos (de concreto e cimento armado) quebrados, galhos de árvores arrancados, tampas de esgotos roubadas, enfim, toda a sorte de atitudes que acabam atingindo o bolso do contribuinte.

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Quadro que homenageia “Toinho do Foto” entre os muitos danificados

Na manhã deste sábado, 5, a reportagem do Blog constatou o tamanho do prejuízo causado pelos atos de vandalismo num dos locais que deveria ser ponto de encontro de artistas, escritores e intelectuais da cidade: o Memorial Luiz Fausto de Medeiros, construído na administração do ex-prefeito Manoel Cunha Neto, “Souza” (PHS), no “coração” da cidade.

No ano passado, naquele espaço, a prefeita Luana Bruno (PMDB) promoveu importantes eventos voltados às famílias areia-branquenses e um deles, uma exposição fotográfica que homenageou mulheres ilustres que se destacaram em diversos segmentos locais e, em especial, uma homenagem ao mais famoso fotógrafo da cidade, o saudoso Antônio do Vale Souza, mais conhecido por “Toinho do Foto”.

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Neste aqui, os vândalos só deixaram as lâmpadas

Quem passa pelo Memorial, hoje, contempla um cenário degradante: o busto do ex-prefeito Luiz Fausto de Medeiros, que emprestou seu nome ao memorial, foi arrancado do local onde fora entronado, as grades que contornam o espaço cultural retorcidas, os quadros expostos totalmente destruídos. Ou seja, alguém acha melhor depredar uma obra de arte ao invés de admirá-la.

Como se percebe, não se trata de violência urbana, coisa de bandido ou algo do gênero. É a mais pura falta de educação e cidadania. 

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Exposição fotográfica reuniu trabalhos de fotógrafos profissionais e amadores da cidade, homenageando a mulher

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Grades do Memorial retorcidas, prova explícita do vandalismo que impera na cidade

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