Vereador Dijalma agradece ao governo municipal pela execução de serviços solicitados por ele

Melhorias no acesso ao IPE foram solicitadas pelo vereador Dijalma (Foto: Do Blog) 
Ao fazer uso da palavra na sessão ordinária de terça-feira, 15,
no plenário da Câmara Municipal de Areia Branca, o vereador Dijalma da Silva
Souza (PCdoB) falou sobre as obras de recuperação do calçamento em execução no
trecho de acesso aos conjuntos habitacionais IPE e Salinópolis, a partir da
BR-110.
O vereador Dijalma, que reside no conjunto IPE, disse que há
tempos vinha solicitando ao setor competente da prefeitura, melhorias naquele
trecho que foi bastante prejudicado com as chuvas que caíram no município no
último período invernoso.
Calçamento foi bastante danificado na época das chuvas (Foto: Do Blog)
Na sua abordagem sobre o assunto, o vereador aproveitou para
agradecer à prefeita Luana Bruno (PMDB) por estar atendendo uma solicitação de
sua autoria que reflete o anseio dos que moram nos referidos bairros e nas áreas
adjacentes.
O vereador Dijalma disse ainda, que o Executivo já lhe informou
que depois das melhorias no acesso ao IPE/Salinópolis, a equipe da Secretaria
Municipal de Serviços Públicos, Urbanismo e Obras vai se deslocar para
Pedrinhas, para recuperar o calçamento naquela populosa comunidade que pertence
à zona urbana da cidade. Pleito do vereador.

Sinalização
Vereador Dijalma pleiteia benefícios para a população areia-branquense (Foto: Erivan Silva)
Além de melhorias na infraestrutura do IPE/Salinópolis, o
vereador Dijalma Silva também está na luta pela sinalização no acesso aos dois
conjuntos habitacionais. “Devido a falta de sinalização naquela área já
ocorreram e continua ocorrendo muitos acidentes, inclusive com vítimas fatais”,
afirma.
O vereador observa que um dos grandes problemas e que coloca em
risco a vida das pessoas que transitam na área, é a velocidade com que os
veículos trafegam naquele trecho. “As boas condições da pista e a falta de
segurança no local, fazem do acesso ao IPE/Salinópolis uma área de risco
constante de acidentes. É preciso que alguma coisa seja feita para dar um mínimo
de tranquilidade aos moradores dos citados conjuntos habitacionais”, reforça
Dijalma.
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