Professora Mestre em Linguística Aplicada e escritora com dois livros na praça é natural de Areia Branca, de onde saiu aos 15 anos

ADAFoi por meio de um post no Facebook do universitário, escritor e genealogista areia-branquense, Gibran Araújo, que o Blog chegou à escritora e poetisa Ada Lima, natural de Areia Branca, que reside em Natal. Com vasta bagagem de conhecimentos, Ada já lançou dois livros de poemas. O primeiro, “Menina Gauche”, é lavra de junho de 2007, ao passo que o segundo, “Águas”, foi lançado em maio de 2011, ambos pela Edições Flor do Sal.

Ada Lima, escritora areia-branquense que reside em Natal

Ainda por intermédio da citação de Gibran Araújo, o Blog teve acesso ao endereço eletrônico http://101livrosdorn.blogspot.com.br/2012/11/em-instantes_19.html que disponibiliza uma verdadeira biografia da poetisa. Leia:

Ada Lima nasceu em meados dos anos 80 na cidade de Areia Branca, RN. Aos 15 anos, mudou-se para Natal para cursar a faculdade de Comunicação Social – com habilitação em Jornalismo – na UFRN. Concluído o curso, ingressou em Letras – com habilitação em Língua Portuguesa e Literaturas – porque queria estudar Literatura, mas acabou enveredando pela Linguística e participando de um projeto de iniciação científica nessa área.

Concluída a segunda graduação dedicou-se exclusivamente à preparação para ingressar na pós-graduação em Estudos da Linguagem. Hoje, Ada é Mestre em Linguística Aplicada, desenvolvendo pesquisa no campo da Linguística Cognitiva, e é professora substituta de Práticas de Leitura e Escrita na Escola de Ciências e Tecnologia da UFRN.

O primeiro livro de poemas de Ada foi lançado em junho de 2007, pela Edições Flor do Sal. “Menina Gauche” é um apanhado de poemas que vinham sendo publicados no blog homônimo havia alguns meses. Já “Águas”, lançado de maio de 2011, foi pensado como livro desde o início, e também editado pela Flor do Sal.

Hoje, a autora mantém o blog www.escritosdeada.blogspot.com e pretende escrever mais livros de poemas. Ada também publicou alguns artigos e crônicas no Novo Jornal, entre novembro de 2010 e agosto de 2011; alguns desses textos, bem como poemas do  “Menina Gauche” e do “Águas”, estão disponíveis em seu blog.

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