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Paulinho Freire, prefeito de Natal (Foto: Inter TV Cabugi/Reprodução)

Prefeito de Natal diz que avalia acabar com shows do Natal em Natal

O prefeito de Natal, Paulinho Freire (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira, 30, que estuda acabar com os shows do Natal em Natal e investir em um novo formato para a programação natalina da capital. Com informações do g1 RN.

Segundo o prefeito, a proposta seria manter apenas o grande show do Réveillon e direcionar mais recursos para a decoração da cidade, o Auto de Natal e ações descentralizadas nos bairros.

“No Natal em Natal nós estamos pensando em acabar os shows, fazer só o grande show do Réveillon, mas trazer para dentro uma participação maior da população nos bairros, fazendo o Auto de Natal”, pontuou.

Paulinho Freire disse ainda que a Prefeitura também avalia ampliar os investimentos na decoração natalina da cidade. “Criar pontos nas quatro regiões para que as pessoas possam realmente sentir o espírito natalino”, afirmou.

O prefeito não informou quando o novo formato poderá ser adotado nem detalhou como ficaria a programação cultural caso a ideia seja implementada.

O chefe do Executivo declarou que mantém conversas com empresas para ampliar a participação da iniciativa privada e tornar o evento mais atrativo para moradores e turistas.

Ação cobra pagamento de dívida da cultura

No último dia 23 de julho, o Ministério Público (MPRN) ajuizou uma ação civil pública para que a Prefeitura de Natal e a Fundação Cultural Capitania das Artes (Funcarte) adotem medidas para quitar uma dívida de R$ 41,7 milhões com o setor cultural.

Na ação, o órgão pede que a Justiça determine a divulgação da fila de credores, a apresentação de um cronograma para pagamento dos débitos e a suspensão de novas contratações por inexigibilidade de licitação com cachês individuais acima de R$ 500 mil até que o passivo seja reduzido.

Segundo o MP, do total da dívida, R$ 34,1 milhões correspondem a serviços já prestados e atestados pela administração pública, mas que ainda não foram pagos. Outros R$ 7,58 milhões são referentes a emendas parlamentares impositivas pendentes.

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