Prefeito de Mossoró assume luta em favor do fortalecimento do setor salineiro em crise

0Francisco José Júnior reunido com representantes do setor salineiro

Industriais do ramo salineiro de Mossoró se reuniram com o prefeito Francisco José Júnior (PSD) na terça-feira, 11, para pedir apoio na luta pelo fortalecimento do setor que tem sofrido uma crise no Brasil. O encontro, que aconteceu no Salão dos Grandes Atos do Palácio da Resistência, contou com a participação de vários salineiros, do presidente do Sindicato das Indústrias de Moagem e Refino de Sal do Rio Grande do Norte (Simorsal), Renato Fernandes, e auxiliares do governo municipal.

De acordo com o prefeito, a discussão é muito pertinente porque a indústria do sal é responsável por mais de 15 mil empregos diretos na região, além de gerar muitas divisas em sua cadeia de produção. “Estamos atentos a esta situação porque a indústria salineira tem sido uma das responsáveis pelo desenvolvimento da microrregião de Mossoró há mais de um século. Nos comprometemos com a luta e representaremos este seguimento em discussões tanto no Estado como em Brasília”, disse.

00Empresários mossoroenses ficaram satisfeitos coma disposição do prefeito em assumir a liderança dessa luta

Segundo o empresário Tasso Rosado, o encontro superou suas expectativas pela disposição do prefeito em assumir a liderança dessa luta. “Apesar de ser um desafio muito grande e difícil, o prefeito Francisco José Júnior aceitou coordenar a liderança política e institucional da luta em favor da indústria salineira potiguar, nos dando mais tranquilidade na hora de abrir diálogo aqui e na capital federal”, complementou.

O próximo passo, segundo o prefeito, é mobilizar a classe política do Estado em torno desta questão, destacando a importância econômica da atividade não só para Mossoró, mas para todo o Rio Grande do Norte. “Temos de nos unir e movimentar toda a força política para assegurar que nossa indústria salineira não continue sendo prejudicada pela desaceleração dos investimentos do governo federal, pelo acúmulo de tributos, nem pela ameaça da concorrência estrangeira”, finalizou Francisco José Júnior.

Fotos: Raul Pereira

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