Polícia de Areia Branca age rápido e prende suspeitos de assaltos no comércio da cidade

capitão  andrelino e robCapitão Andrelino e o delegado Roberto Moura, responsáveis pela segurança dos areia-branquenses

No que pese as dificuldades para realizar um trabalho condizente com as expectativas dos cidadãos, a polícia em Areia Branca tem agido rápido contra os malfeitores. A prova é tanta que os suspeitos dos assaltos praticados sexta-feira, 15, na loja Stylus Modas, e sábado, 16, no Supermercado Maia, foram presos e conduzidos para a delegacia de plantão.

No caso do assalto à loja Stylus Modas, do radialista e blogueiro Jailton Rodrigues, na sexta-feira por volta das 18h, informações procedentes da Companhia de Polícia Militar (4ª CPM) local, atestam que foi apenas um individuo e desarmado que praticou o delito. Ele chegou e anunciou o assalto apenas com uma sacola na mão, feito isso segundo informações da própria vítima, saiu livremente a pé. A polícia esteve no local e pelas características logo identificou um suspeito, que foi preso e encaminhado para a delegacia de plantão.

Segundo informações do capitão Jailson Andrelino, comandante da 4ª CPM, todos esses malfeitores já são velhos conhecidos da Justiça e estão soltos e foram liberados sob condicional mesmo tendo aplicado vários delitos e só poderão retornar à cadeia se pegos em flagrante.

DEFICIÊNCIA

Quando ocorre uma ação criminosa a primeira coisa que a vítima faz é acionar a polícia. Porque a polícia é quem passa segurança para o cidadão, é quem possui os mecanismos capazes de combater a criminalidade. Pelo menos deveria ser assim. Mas infelizmente em Areia Branca e no restante do Brasil, a realidade é outra.

Areia Branca conta com um delegado de Polícia Civil, o bacharel Roberto Moura, com um histórico invejável de operações exitosas contra a bandidagem. Assim como o comandante da 4ª Companhia de Polícia Militar (4ª CPM) em Areia Branca, o capitão Andrelino. Mas é impossível fazer um trabalho à altura sem as condições necessárias. O contingente policial local é insuficiente para atender a demanda urbana, imagine cobrir as ocorrências que por ventura aconteçam na zona rural.

Está passando da hora dos governantes (a classe política num todo) descerem dos palanques e trocarem a falácia por ações concretas. Durante as campanhas eleitorais todos fazem de temas como Segurança, Saúde e Educação suas bandeiras de luta. Mas ironicamente são os setores mais fragilizados das gestões públicas. Sendo que a segurança é a que se encontra em situação mais crítica.

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