Novembro negro: depois de Gal e Boldrin música brasileira perde o Tremendão

Erasmo Carlos morreu aos 81 anos (Foto: Acervo/Editora Globo)

O cantor e compositor Erasmo Carlos morreu aos 81 anos nesta terça-feira, 22, pela manhã. O artista foi internado às pressas na segunda-feira, 21, e precisou ser intubado. A causa da morte não foi revelada.

Ainda não há detalhes sobre velório e sepultamento do corpo do cantor.

Em outubro deste ano, Erasmo foi hospitalizado para realizar exames e readequação dos medicamentos de uso contínuo. Durante a internação, ele foi diagnosticado com quadro de síndrome edemigênica.

Ele voltou ao hospital um mês depois de ter realizado uma bateria de exames no último dia 17 de outubro. Na época, inclusive, Erasmo chegou a desmentir os boatos de morte.

O cantor e compositor também precisou procurar atendimento médico em agosto de 2021 e enfrentou complicações da Covid-19 após ser infectado com o novo coronavírus. Erasmo passou oito dias na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital.

O último trabalho de Erasmo Carlos, o Tremendão, foi o álbum O Futuro Pertence à… Jovem Guarda, lançado em fevereiro de 2022. O disco traz oito releituras de sucessos da época da Jovem Guarda que ficaram marcados na voz de outros cantores. São elas: Nasci Pra Chorar, O Ritmo da Chuva, Alguém na Multidão, O Tijolinho, Esqueça, A Volta, Devolva-Me e O Bom.

No último dia 17 deste mês, o cantor foi premiado no Grammy Latino 2022, na cerimônia, que aconteceu em Las Vegas, nos Estados Unidos. Erasmo venceu na categoria Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa.

Erasmo nasceu no dia 5 de junho de 1941, no Rio de Janeiro, no bairro da Tijuca. O artista foi um dos nomes pioneiros do rock brasileiro. É Proibido Fumar, Minha Fama de Mau, Quero Que Tudo Vá Para o Inferno são algumas das canções de sucesso.

Com informações R7, com Record TV

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