Medidas adotadas pelo prefeito de Porto do Mangue resultam em contenção de gastos e equilíbrio da máquina administrativa

TITICO CONSEGUE REDUZIR DESPESAS E MANTER A MÁQUINA ADMINISTRATIVA NOS TRILHOS“Titico” diz que medidas surtiram o efeito desejado quanto à redução de despesas

Contenção de gastos em todos os setores da administração municipal com o objetivo de equilibrar a máquina, devido principalmente a queda da receita verificada neste ano de 2013 e as perspectivas nada animadoras para 2014, foi uma das medidas adotadas pelo prefeito de Porto do Mangue, Francisco Gomes Batista “Titico” (PMDB), para continuar tendo o total controle das contas da prefeitura e equilibrar as despesas.

A medida surtiu o efeito desejado pelo gestor, que conseguiu reduzir  em 20%  as despesas do município. Para isso, “Titico” contou com a colaboração dos secretários e gerentes que orientados pelo chefe do Executivo instruíram seus auxiliares a economizarem energia elétrica, água, telefone, combustíveis e que evitassem fazer gastos desnecessários ou gerar dívidas para a administração municipal.  

Segundo “Titico”, o corte faz parte de um conjunto de medidas adotadas para reduzir  o  custeio da maquina administrativa e ampliar a capacidade de investimento do município. Além da redução dos gastos em todos os setores da administração, o prefeito também ordenou a revisão de todos os contratos vigentes. “Com a crise que assola as prefeituras de todo o Brasil o gestor que não trabalhar  dentro da realidade financeira, poderá se deparar com dividas e não honrar seus compromissos, principalmente com a folha de pagamento e fornecedores. É  preciso administrar cumprindo metas”, disse.

O gestor alerta ainda, que a partir de agora toda e qualquer despesa deverá ser precedida de apuração e disponibilidade financeira, para que se possa ter a obtenção e manutenção do equilíbrio fiscal. “Vamos definitivamente concentrar as despesas, conter e cortar gastos. Esse é o nosso desafio. Quanto menos se gastar com o próprio governo, melhores serão os gastos com saúde, educação e habitação. As medidas são duras, mas extremamente necessárias”, concluiu “Titico”.

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