Jovem escritor areia-branquense tem colhido os frutos de sua primeira obra literária, o livro de poesias “Gênese”, já lançado em Areia Branca e Natal

LEOPoeta Leonam Cunha: vocação para escrever surgiu da música  

Na quinta-feira, 11, o jovem poeta areia-branquense, Leonam Cunha, lançou seu livro “Gênese”, editado pela Sarau das Letras, na livraria Saraiva do Midway Mall, em Natal. Antes, em dezembro do ano passado, os amantes da poesia de Areia Branca e da região conheceram esse que é o primeiro livro do autor, que teve lançamento inaugural na sua cidade natal.

Na edição do dia 7 passado, o caderno Universo do jornal O Mossoroense publicou uma matéria especial com o poeta Leonam Cunha, falando da sua obra. O jovem, que é acadêmico de Direito, em Natal, é filho do ex-prefeito Manoel Cunha Neto, “Souza”, e da educadora Joseana Nogueira Cunha.

O Blog republica a matéria na íntegra, como forma de incentivo para outros jovens que sonham em ingressar no mundo da literatura. Eis o texto:

Aos 17 anos, Leonam Cunha tem colhido os frutos de sua primeira obra literária: “Gênese”, livro de poesias lançado no final do ano passado em Areia Branca, terra natal do jovem poeta, tem recebido elogios e críticas positivas, entusiasmando Leonam a investir cada vez mais no segmento literário.

“Tenho ouvido bons comentários, e me surpreendido com a repercussão. Fazer poesia no Rio Grande do Norte é bem difícil, principalmente para alguém com a minha idade, mas o livro tem ido bem. No começo algumas pessoas olhavam meio torto”, destaca o jovem.

A relação de Leonam Cunha com o mundo literário teve início quando ele tinha nove anos, ao ler a obra “Uma professora muito maluquinha”, escrita por Ziraldo. “Agora a vontade de escrever surgiu através da música, ouvindo artistas como Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Tom Zé, entre outros”, diz.

“Gênese”, seu primeiro livro, publicado pela Editora Sarau das Letras, é composto por aproximadamente 46 poesias, que retratam situações do dia a dia. “A inspiração para inscrever vem do cotidiano, das coisas da cidade que observo. Qualquer coisa pode resultar em poesia, até mesmo nada”, declara, acrescentando que suas influências literárias são, em sua grande maioria, escritores nacionais, como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto, além de autores consagrados internacionalmente, como Dostoievski.

Estudante do terceiro período do curso de Direito, Leonam Cunha afirma que pretende conciliar as atividades da profissão que escolheu com os trabalhos literários que ainda irá desenvolver. “Minha vontade é ser professor, mas eu também pretendo continuar com a poesia, pois ela já faz parte de mim”, enfatiza.LEONAM HOJE OK       Leonam com a mãe Joseana, o tio Toninho Cunha e o pai “Souza”: noite de autógrafos em Areia Branca

Questionado se recebeu apoio dos pais para seguir adiante em sua carreira literária, Leonam conta que ao mostrar o esboço do livro recebeu total incentivo por parte dos familiares. “Eles ficaram empolgados com o que viram, e contribuíram significativamente para que o livro fosse publicado”, relata.

Com vários escritos inéditos, o autor já trabalha em um novo livro, mas não divulga detalhes do projeto. “Ainda é tudo muito embrionário, mas existe sim o projeto de uma nova obra, já que tenho muito coisa escrita. Vamos aguardar”, conclui Leonam Cunha. (Extraído do caderno Universo do jornal O Mossoroense, Domingo, 7 de abril de 2013).

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