Devorada pelos cupins, gigantesca árvore da espécie albízia teve que ser derrubada

Para a montagem de tendas e outros equipamentos na área destinada à instalação da estrutura do Projeto “Justiça na Praça”, em Areia Branca, foi solicitada uma equipe do Corpo de Bombeiros para a retirada de galhos e até a derrubada de uma árvore gigantesca da espécie albízia, o que vinha sendo reivindicado pelos moradores das proximidades desde 2009, quando a Gerência Executiva de Gestão Ambiental detectou a praga de cupim na árvore.JUSTIÇA 2 OKDevorada pelos cupins, velha árvore teve que ser derrubada   

Os bombeiros, com o auxílio de pessoal da Secretaria municipal de Serviços Públicos, Obras e Urbanismo, tiveram muito trabalho para realizar a operação, sendo necessária a participação de técnicos da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) e da operação de telefonia Oi, para desligarem as fiações que estavam entrelaçadas na árvore.

A árvore era localizada na rua Cel. Liberalino, praticamente na calçada em frente ao prédio da Biblioteca Pública Municipal José Justiniano Solon. Próximo existem residências e ainda o Fórum Municipal José Brasil Filho. “Chegamos a temer que a árvore desabasse a qualquer momento”, disse um morador das proximidades, agora aliviado.

Quando foi detectado que o cupim estava devorando a gigantesca árvore, a prefeitura providenciou uma poda emergencial. Na época, se cogitou derrubar a árvore, temendo que a mesma caísse sobre os imóveis existentes naquele trecho da rua, que é uma das mais centrais do perímetro urbano.

JUSTIÇA 9 O gerente de Gestão Ambiental na época, Josenildo Jerônimo, havia declarado que uma das preocupações da prefeitura era com a presença de cupim, que, em busca de alimentos, é capaz de devorar plantas vivas (árvores aparentemente saudáveis) que com o tempo ficam ocas e podem desabar facilmente com uma ventania.

Os bombeiros tiveram que retirar os galhos secos da árvore para não comprometer as residências próximas  

Para se ter ideia do poder de destruição do cupim, por meio de um galho da árvore a praga alcançou o teto do prédio da biblioteca, devorando toda a madeira da cobertura.

Para evitar que a praga se alastrasse e alcançasse outros imóveis, depois da poda, os técnicos da Gerência de Gestão Ambiental tiveram que aplicar um tipo de veneno que combateu o cupim até certo ponto, pois a árvore já etava totalmente comprometida. 

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