Datafolha: Sérgio Moro é o ministro mais popular e mais bem avaliado do governo Bolsonaro

Entre os ministros, Sérgio Moro é o que é mais conhecido pela população (Foto: Sérgio Lima)

Sérgio Moro é o ministro mais popular e mais bem avaliado do governo Bolsonaro, segundo pesquisa do Datafolha divulgada no domingo, 7.

Segundo o levantamento, o ministro é conhecido por 93% dos entrevistados e seu desempenho no comando do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, é considerado ótimo ou bom por 59%.

A atuação do ex-juiz federal é considerada regular por 17% e 15% a classificam como ruim ou péssima. Não souberam opinar 2%.

O levantamento consultou a popularidade e a aprovação de 8 dos 22 ministros de Bolsonaro. Foram entrevistadas 2.086 pessoas em 130 cidades do país, nos dias 2 e 3 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

Além de Moro, apenas outros 2 ministros são conhecidos pela maioria da população: Paulo Guedes (Economia) e Damares Alves (Mulher, da Família e dos Direitos Humanos).

Guedes é conhecido por 74% dos brasileiros. A avaliação de sua gestão registra 1 empate técnico: ótima ou boa para 30% e regular para 28%. Outros 12% a classificam como ruim ou péssima. Só 4% não opinaram.

Damares Alves é conhecida por 57% e tem sua administração considerada ótima ou boa por 25%.

A maioria dos entrevistados desconhece os demais ministros citados:

General Augusto Heleno (Segurança Institucional): é conhecido por 44% e aprovado por 21%;

Onyx Lorenzoni (Casa Civil): é conhecido por 46% e aprovado por 18%;

Ricardo Vélez Rodríguez (Educação): conhecido por 38% e aprovado por 13%;

Ernesto Araújo (Relações Exteriores): conhecido por 35% e aprovado por 13%.

Os piores resultados da pesquisa ficaram para o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. Conhecido por 30%, é avaliado como ótimo ou bom por 11% da população.

Marcelo é suspeito de participar de esquema no diretório do PSL em Minas Gerais, do qual era presidente, durante as eleições. Ele teria atuado para desviar verbas públicas de campanha eleitoral a empresas ligadas ao seu gabinete na Câmara. (Com informações Poder360).

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