Ceeslauva festeja 23 anos como referência em atendimentos às pessoas especiais

EQUIPE DO CEESLAUVAAlguns profissionais do Centro: Professora Lilian (Libras), Silvia (Psicológa), Júlia Leonez (Assistente Social), Antônio (Fisioterapeuta), Júlia Marcelino (Professora), Fátima Luz (Coordenadora) e Luana (Professora atendimento individual)

Uma das mais importantes instituições no atendimento pedagógico e sócio-terapêutico às pessoas com deficiência/ necessidades educativas especiais no interior do Rio Grande do Norte, está completando 23 anos de fundação nesta terça-feira, 9. Trata-se do Centro de Educação Especial Maria Lauretânia Rolim Bezerra do Vale (Ceeslauva), em Areia Branca.

A instituição foi fundada em 9 de novembro de 1987 e presta atendimentos a uma clientela especial, por meio de profissionais nas áreas de Assistência Social, Fonoaudiologia, Psicoterapia, Natação Terapêutica, Verbotonal Braille e Libras. E ainda, reforço pedagógico, oficina de artes e educação, psicoterapia, e visitas domiciliares.

CEESLAUVA ESCOLA Segundo a coordenadora do Ceeslauva, Maria de Fátima Luz Lemos, atualmente são atendidos semanalmente cerca de 347 clientes, entre crianças, jovens e adultos, sendo 154 atendimentos terapêuticos e 193 alunos da Escola Estadual Professora Maria Lauretânia Rolim Bezerra do Vale (foto), que funciona no mesmo prédio pertence à Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Areia Branca, cedido em comodato à Obras Sociais Dom Bosco (OSDB).

A escola, que é dirigida por Fátima Luz, recebeu o mesmo nome do Centro de Educação Especial e foi incorporada a rede estadual de ensino em 21 de julho de 1997, através do Decreto nº 13.423. no estabelecimento funcionam turmas do 1º ao 5º ano nos turnos matutino e vespertino.

CEESLAUVA II Em 2008 foi implantado o Projeto Inclusão e Cidadania (foto), onde as professoras do Ceeslauva dão aulas de Braille e Libras nas salas de aulas da escola, onde também estudam crianças com deficiência.

A diretora Fátima Lima explica que o Centro é mantido pelo Estado, tendo convênio com o município e com o Ministério de Desenvolvimento Social (MDS), órgão que assegura a remuneração dos terapeutas que prestam atendimentos na unidade. “Outros profissionais que atuam no Centro são cedidos pelo município”, acrescenta.

CEESLAUVA PISCINA Manter a piscina em funcionamento é um dos desafios no momento

Segundo Fátima Luz, atualmente o Ceeslauva vem enfrentando algumas dificuldades quanto a manutenção da piscina que é utilizada pelos fisioterapêuticos no seu trabalho diário com os alunos. “Antes, tínhamos um convênio com o município, que assegurava o perfeito funcionamento da piscina. Mas este ano o convênio não foi renovado, esperando que o Estado cobrisse essas despesas, pagando o aluguel do prédio que pertence a OSDB. Esperamos que a nova gestão do Estado se sensibilize e atenda essa reivindicação, para este Centro continuar servindo a nossa Areia Branca”, completa a diretora.

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