Bosque da Vida: Copegam inicia plantio de 300 mudas de ipê e lembra vítimas da Covid-19 em Mossoró

Juíza Cinthia Cibele Diniz e Giorgio Mendes Ribeiro, da Ufersa

A juíza Cinthia Cibele Diniz, titular da Vara de Execuções Penais da Comarca de Mossoró e também coordenadora da Comissão Permanente de Gestão Ambiental (Copegam) Regional Oeste, confirmou o início da ação “Bosque da Vida”, cujo objetivo é o plantio de 300 mudas de árvores, boa parte delas no entorno do Fórum Desembargador Silveira Martins. Contudo, o número escolhido não foi aleatório, segundo a magistrada: o quantitativo de novas plantas simboliza o número de vítimas da Covid-19 em Mossoró.

“Este nome foi sugerido pelo coordenador do Setor de Mudas da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), Giorgio Mendes Ribeiro, para simbolizar esta situação”, comenta a magistrada, ao destacar que se tratam de 300 ipês, árvore nativa na região, e que as mudas foram obtidas por meio de uma campanha, iniciada em dezembro, que estimulou, na Comarca, a doação de brinquedos que seriam trocados pelas novas plantas.

Ainda de acordo com a juíza Cinthia Cibele, a ação é resultado de conversas que se iniciaram no ano passado, com várias universidades locais em Mossoró, cujo objetivo é a adoção, cada vez mais ampla, de boas práticas de sustentabilidade, a serem introduzidas na rotina do Fórum Silveira Martins. “Foram interrompidas devido à pandemia, mas foram retomadas em dezembro com a flexibilização e a primeira ação é mesmo esse plantio de 300 mudas de ipês”, explica a magistrada, ao citar que a preocupação é desenvolver iniciativas de semelhante importância na área ambiental, como a de reutilização de água.

Plantas simbolizam o número de vítimas da Covid-19 em Mossoró

“Trata-se de uma ação integrada com outras boas práticas ambientais em desenvolvimento no nosso fórum, como reuso de água e gestão de resíduos, tudo fruto de parceria com a Ufersa, cuja expertise nos vem assistindo com um ambiente de trabalho cada vez mais sustentável”, aponta Cinthia Cibele, ao antecipar que a meta é levar à Presidência do TJRN projetos para o uso de energia renovável e tornar o fórum um modelo de sustentabilidade a ser replicado em outras unidades do Poder Judiciário estadual.

Fotos: TJRN/Divulgação 

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