Bolsonaro inicia viagem de dez dias por Oriente Médio e Ásia para reforçar laços comerciais

Presidente Bolsonaro demonstra entusiasmo com a turnê ao exterior (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) iniciou viagem rumo à Ásia e ao Oriente Médio. Durante 12 dias em que ficará fora, visitará oficialmente cinco países, sem contar as escalas em Portugal e no Cazaquistão, na ida; e na Espanha, na volta. O roteiro é importante pelo poder econômico das regiões. Com a viagem, Bolsonaro busca reafirmar laços comerciais e ampliar parcerias.

Bolsonaro saiu da Base Aérea de Brasília às 22h de sábado, 19. Depois de escalas em Lisboa (Portugal) e Nursultan (Cazaquistão), ele chegou a Tóquio, às 13h de domingo, 20, horário local. A programação do presidente brasileiro inclui o evento de entronização do imperador Naruhito, nesta terça-feira, 22.

Na quarta-feira, 23, Bolsonaro participará de um banquete oferecido a todos os presidentes pelo primeiro-ministro japonês Shinzo Abe. No mesmo dia, haverá uma reunião de Bolsonaro com os membros do grupo de notáveis, formado pelos dirigentes das principais empresas do Japão (Mitsui, Toyota, Honda, Mitsubishi, dentre outras).

Na quinta-feira, 24, a delegação brasileira segue para Pequim. Na China, Bolsonaro cumprirá programa de encontro com autoridades do país asiático, em 24 e 25 de outubro. Na visita à China, o presidente dará prosseguimento a uma extensa agenda de visitas mútuas de autoridades dos dois países.

Emirados Árabes

Em seguida, no sábado, 26, Bolsonaro segue para Abu Dhabi, dando início à metade árabe da viagem. Depois da visita aos Emirados Árabes Unidos, o presidente segue para Doha. Ele passa a manhã e a tarde do dia 28 na capital do Catar, sede da Copa do Mundo de futebol em 2022 e, em seguida, embarca para Riad, na Arábia Saudita, onde fica até o dia 30.

O chefe do Executivo tem demonstrado entusiasmo com a turnê ao exterior. “A expectativa é a melhor possível. Vários contatos foram feitos. Muitos acordos serão assinados. Há interesse da parte deles, não é nossa apenas. O Brasil está aberto para o mundo, não temos mais o viés ideológico para fazer negócios. E a gente espera que seja uma viagem proveitosa”, disse o presidente. (Com informações Correio Braziliense e Agência Brasil).

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