Alta do dólar e a falta de chuvas no período favoreceram o aumento do volume de sal movimentado no Porto-Ilha

PEDRO TERCEIRO DE MELO DESTACOU  ESTUDO DE CABOTAGEM COMO AÇÃO DE PLANEJAMENTO

Pedro Terceiro diz que a previsão para os próximos meses é que a movimentação de sal no Terminal cresça ainda mais

Se para uns a alta do dólar e a falta de chuvas representam prejuízos, para o setor salineiro é motivo de euforia. De acordo com o presidente da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern), que administra o Terminal Salineiro de Areia Branca, Pedro Terceiro de Melo, o aumento do volume de sal movimentando no Porto-Ilha nos primeiros meses do ano, deve em parte à alta do dólar e também à falta de chuvas registradas no primeiro bimestre desse ano.

“O dólar é um dos atrativos para esse tipo de transação, pois ele estando alto facilita as negociações e grande parte desse sal foi exportado para países como Nigéria e Camarões. Além disso tivemos poucas chuvas nesse período, o que também permitiu que a produção de sal aumentasse, e consequentemente as exportações”, explica Pedro Terceiro de Melo.

Ainda segundo ele, a previsão para os próximos meses é que a movimentação de sal no Terminal cresça ainda mais. Para o mês de março a expectativa é fechar em 120 mil toneladas – no ano passado foram registrados 85 mil toneladas no mesmo mês.

Já a previsão para o primeiro semestre desse ano é atingir em torno de 800 mil toneladas, o que no comparativo com os primeiros seis meses de 2013 aumentaria a movimentação em mais de 50%, já que no primeiro semestre do ano passado o Terminal movimentou 524,2 mil toneladas de sal.

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