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Larissa alerta para morte de crianças e defende campanha sobre a oferta da vacina na rede pública

Larissa, no plenário da Assembleia

Larissa, na Assembleia, adverte para coqueluche (Foto: Assecom/AL)

O Ministério da Saúde registrou 322 crianças com coqueluche e quatro mortes no Estado, entre 2011 e 2013. Como prevenção, a deputada estadual Larissa Rosado (PSB) requer campanha sobre a oferta da vacina na rede pública.

A imunização contra coqueluche em gestantes foi inserida, este mês, no calendário nacional de vacinação do SUS. A intenção é reduzir a incidência e mortalidade causada pela doença entre os recém-nascidos de todo o Brasil.

“Mas, poucas grávidas no RN sabem da vacina, daí, a necessidade de uma campanha educativa para conscientizá-las”, diz Larissa, que sugere mais ações informativas em unidades de saúde, escolas e centros de assistência social.

Ela acrescenta que a iniciativa também ajudará o Rio Grande do Norte a atingir a meta de vacinação, que é 47 mil gestantes. “É um esforço válido e necessário para proteger as famílias potiguares dos perigos da coqueluche”, alerta.

Doença

Coqueluche é uma doença infecciosa aguda e altamente transmissível, causada pela bactéria Bordetella pertussis, e tem entre complicações secundárias pneumonia, otite média, ativação de tuberculose latente, enfisema pneumotórax.

Os casos caíram de 40 mil notificações nos anos 80 para 1.500 nos anos 2000. Mas, a partir de 2011, a doença aumentou no mundo, sobretudo em menores de três meses, por ainda não terem o esquema completo da vacinação.

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