O pequeno Mateus, 10, de Ponta Grossa, Paraná, pulou de alegria ao ver que a mãe, a terapeuta Cecília Pereira dos Santos, 43, encontrou uma figurinha rara enquanto estavam abrindo pacotinhos do álbum da Copa. O garotinho ficou chocado quando a figurinha do jogador Christian Pulisic, dos Estados Unidos, foi encontrada. Com informações da Revista Crescer.
“É uma Legends, meu Deus! Mãe, você não tem noção do quão raro é isso, tipo 300 pacotinhos para ter uma dessa”, comemora o menino no vídeo.
A mãe ficou muito surpresa com o sucesso da gravação. “Jamais imaginei tudo isso, até porque sempre gravo as nossas conversas e posto só que somente nos stories e dessa vez resolvi postar nos reels. Até agora estou sem entender como tomou toda essa dimensão. Estou feliz com a repercussão as pessoas elogiando o português dele e por ele não falar palavrão”, diz, em entrevista à Crescer.
“Eu não tinha noção que existiam essas raras”

Cecília tem adorado completar o álbum com o filho. “É um processo muito gostoso, porque envolve família toda, amigos, vizinhos… Cada um compra alguns pacotinhos e assim vamos aos poucos, porque tem um custo. Segundo Mateus, “eu tenho muita sorte, pois, quando abro, vêm figurinhas boas”, conta.
A do Christian Pulisic foi a primeira rara que encontraram. “Mateus ficou muito feliz, coração disparado, um momento pra guardar na memória mesmo”, afirma. Ela, por outro lado, não sabia o que era uma figurinha Legends.
“Eu não tinha noção que existiam essas raras! Para mim, as importantes eram as brilhantes. Acho que foi isso que deixou o vídeo mais interessante: eu sem saber o que ele tinha visto e ele comemorando muito a conquista”, brinca.
Figurinha de Christian Pulisic (Foto: Reprodução/Instagram)
Agora, eles seguem na saga de completar o álbum – uma tarefa bastante desafiadora, mas também divertida. “Hoje, somos cheios de dopamina barata tempo todo, então, fazer atividades em que as crianças sintam isso naturalmente é incrível. E essa atividade mostra isso: eu faço o Mateus comprar as figurinhas, dou o dinheiro, deixo entrar no local e comprar sozinho para desenvolver autonomia confiança responsabilidade”, afirma.
“O que eu mais gosto são as trocas das repetidas. Ele vai com o pai e a irmã as praças da cidade ou shoppings encontrar as pessoas para trocarem. Ele tem que conversar, se organizar, conferir, ouvir ‘não’. É muito além do simples completar um álbum. É interação, memória afetiva, vínculo e infância acontecendo de forma natural”, finaliza.