Considerada carta fora do baralho na corrida presidencial, Marina começa a desmontar equipe

Marina Silva não repete performance da campanha anterior (Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles)

Enfraquecida na corrida presidencial, a campanha de Marina Silva (Rede) dispensou na semana passada dois cinegrafistas que atuaram nas últimas agendas da candidata à Presidência.

De acordo com a assessoria de imprensa da campanha, o trabalho era voltado para produção de conteúdo para as redes sociais. O resultado dele acabou sendo avaliado como não estratégico por ter tido uma baixa repercussão na internet e a coordenação da campanha decidiu cortar os profissionais porque o custo não valia mais a pena.

Segundo a reportagem apurou, os cinegrafistas atuaram na campanha de Marina por cerca de duas semanas. A equipe contratada desde o início da campanha para a produção de vídeos para televisão e internet, no entanto, continua atuando para a candidata.

Pela terceira vez na disputa à Presidência, Marina atingiu uma de suas piores marcas eleitorais e já começa a ser considerada carta fora do baralho. A ex-ministra do Meio Ambiente perdeu metade das intenções de voto que tinha no início da corrida eleitoral, quando despontava com 12% – agora Marina tem aparecido com 6% -, de acordo com as últimas pesquisas do Ibope. (Com informações Estadão Conteúdo).

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